Tudo se discute, inclusive o ato de um pum!

Desculpa de idiota, de ignorante e de preguiçoso que não gosta de estudar e nem de ler: “Não discuto política, nem religião e nem futebol, porque cada um tem a sua ou o seu”.

Pois bem, discordo e penso diferente. Acredito que, tudo que nasce e se cria e se move e morre no âmbito da vida, está sujeito sim, à ser discutido, criticado e amado.

Até um “pum” vindo de um traseiro inesperado, na hora errada, no lugar impróprio gera gargalhadas extravagantes ou graves e sérias discussões indesejadas de casais, numa cultura dita “civilizada” que reprimi o corpo por causa de “bons modos”, “etiqueta” e moda de chiqueza, de status e de estética.

Escrevendo isso, não quero que me levem à mal! E também não estou induzindo ninguém à ser mal educado e inculto.

Mas, qual é a hora certa ou errada, o lugar próprio ou impróprio para soltar um pum?

Se tudo são questões de vida, circunstâncias e de necessidades fisiológicas a serem sempre discutidas?

Por outro lado, vejo pessoas bastante tranquilas e sem nenhum excesso de raiva sobre certos assuntos político, social, religioso, ambiental e cultural.

Mas, não ouse em soltar um – gás metano (CH4) – na frente delas, porque elas podem virar umas feras e o bate-boca pode dar caso de polícia e feliz daquele casal quando não termina em divórcio.

Já outras, se contêm em soltar um pum na presença de quem seja, mas não seguram e nem se envergonham de suas bocas podres cheias de palavrões pantagruelicos, em lançá-los a qualquer custo sejam em qualquer lugar ou a onde for.

Isso é um verdadeiro paradoxo ou uma contradição?

Na realidade, acho que por mais inteligentes que sejam os seres humanos, para mim, eles não deixam de ser em suas relações sociais e comportamentais de convivência uma COMPLEXIDADE à serem estudados, analisados em vida e, quem sabe… talvez ainda pensados depois da morte.

Bem, essa parte aí, já não é comigo. Fica para Deus resolver…

Então, o que é mais vergonhoso, inculto, antiético e imoral: escapulir um pum na hora H da reunião, da festa, da missa ou do culto; ou está escapulindo a mão sempre com o hábito de roubar o dinheiro público do povo?

Nesse sentido, segundo Charles Spurgeon, ” Só os tolos acreditam que política e religião não se discutem. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar.”

Como escreveu, Fernanda Young, em sua última coluna: ” Existe algo mais brega do que um rico roubando? Algo mais chique do que um pobre honesto? É sobre isso que a pessoa quer falar apesar de tudo que está acontecendo…”

É verdade, uma discussão acalorada à vista, pode parecer soar feio, mas ela sempre é e será constantemente ativa e relevante no seio da sociedade na hora chegada de soltar o verbo, no que diz respeito a honestidade e a responsabilidade com o bem comum que fora ensinado à por em prática reciprocamente.

No entanto, tudo que surja na vida e neste mundo, tem que passar pelo crivo da discussão pública que o assunto seja político, social, religioso, econômico e cultural, não há outro caminho a não ser pelo debate democrático e inteligente quando se quer salvar uma nação.

Inclusive, até a necessidade reflexiva de Saúde Pública e de Meio Ambiente o tema sobre: o ato de soltar um pum, porque pode ser caso de vida ou de morte.

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