Eros, o amor à bailar

 

A cultura dos sentimentos interior quando estão cheios de Eros, não temem em exultar e transcender de dentro para fora, o que é divino e humano, nas suas expressões ao bailar dos corpos envolvidos nos movimentos artísticos da arte, da poesia, da música e da dança.

É como se fosse um verdadeiro quadro de pintura, que entra em cena numa exposição real de galeria no centro, ao vivo e a cores. Enquanto isso, tudo está em transe movimento da órbita, na ótica e na escuta de quem na sensibilidade íntima da alma as ver contemplando Deus em seu prazer.

Pois, Eros sempre está escrevendo certo por linhas tortas. E também, tocando certo em pentagramas onduladas energizando pelos sons melódicos dos instrumentos da vida o encontrar-se do arco com o violino intensamente nas cordas por inteiro, nas formas, nos gestos do vai e vem num piano sussurrar corpóreos ao bailar inevitavelmente orgasmos de amor…

O amor à bailar, é tão divino, que é humano e ao mesmo tempo alma. E rapidamente sem percebemos, já estamos girando à “passos doble” e tangos; encantados pelo gozo profundo da liberdade plena, iguais a anjos libertos entre coxas aos beijos e abraços atrativos e esmeros das façanhas por fendas vermelhas, mucosas e aveludadas do erótico.

E o que é o sexo nessa hora?

Se não o swing supremo do amor e o puro caminho macio para tocar profundamente no íntimo da alma de quem se ama. Dançando e dedilhando no corpo-violão a música sexy da inocência e das “malícias” embreagadas pelo vinho tinto do amor.

E logo, tornamos célebres artesões e escultores pela arte de fazer amor e de fazer vidas. Com mãos carinhosas, num recanto que definirmos como um ateliê aconchegante, ali não estará só sendo feito amor, mas também argilosamente a nossa imagem e semelhança, reflexo de um Deus criador.

Aonde, as molduras dos preconceitos “dos homens” nesse momento se despedaçam e caem, como grilhões das mãos e dos pés, porque já não tem mais sentindo em ser e em tê-los.

Porque, nesse sentido, todos esses estigmas, não passam de uma mísera ignorância arcaica de certos ranços ultrapassados de um passado sombrio perante a exuberância do artístico Amor e da Luz do conhecimento do verbo presente unindo intrínsecamente corpos e almas em uma face harmonia.

E o envelhecimento, então, torna-se apenas uma versão passageira para o rejuvenescimento físico e mental dos sentidos cognitivo do amor. Porque o velho tornou-se menino novamente, redescobrindo dentro de si mesmo a sensibilidade no sentido da arte livre da dança da vida e seu valor de amar.

 

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