O Sinistro 7 de Setembro

Fonte: Foto, Elo7

O 7 de Setembro é uma data especial e oficial que celebramos a Independência do Brasil desde 1822.

Mas que, em tempos sombrios e reais no país, a boçalidade tenta inverter o sentido conceitual comemorativo do dia e o seu simbolismo patriótico em atos antidemocráticos, criminosos e beligerantes suprimindo a consciência crítica e a verdadeira – Liberdade – embasada na vigente Constituição Federal de 1988; atentando contra o Congresso Nacional e apoiando o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) asfixiando com “sangue nos olhos” e nas mãos a nossa fina DEMOCRACIA.

Hoje, o 7 de Setembro me parece uma data sinistra num país que tornou-se pária ou quem sabe agora a Guiné-Conacri perante o mundo, porque grupos nazifascistas se vestem das cores da nossa bandeira verde e amarelo para camuflar o seu intuito objetivo da maldade e se eleva com aplausos insanos num clima de trágica contradição “Independência”/Autoritarismo, na figura de um presidente da República golpista, genocida e calhorda que celebra o culto da morte e da incivilidade junto com sua horda bolsonarista interna no Palácio do Planalto e com uma fração das Forças Armadas que semeiam a cada dia as sementes do mal, do engano e da doce ilusão momentânea à nação.

Na realidade, Jair Bolsonaro nunca foi e nunca será homem afeito à democracia. Neste caso explícito em tela, Bolsonaro, já demostra às claras que não quer diálogo e nem tão pouco acordo, e sim o golpe. Mesmo que isto não dê certo nesse dia 7 de Setembro, Bolsonaro sempre continuará insuflando e tramando para que isso se concretize, porque é do seu objetivo instinto à ditadura.

Por outro lado, não vejo nenhum inocente nisso. Pois, deixaram o filhote da serpente da ditadura, se criar aleatoriamente nas entranhas do parlamento brasileiro desde a década de 90, subestimando sua insignificante idiotia as margens plácidas do Estado Democrático de Direito e da Lei. E isso, sem falar aqui, no atual cristofascismo que vem alastrando-se radicalmente no seio evangélico e dando lastro de sustentabilidade a esse governo extremista no poder.

No entanto, parafraseando neste dia turbulento na República o escritor, Nelson Rodrigues: O ser humano é cego para os próprios defeitos. Jamais um vilão proclamou-se vilão e nem o idiota se diz idiota.

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