Em tempos de trevas…

Em tempos de trevas,

A luz para “certos” cegos cega egos

Não há mais a verdade para nada

Torna-se para eles ata insensata

A cola do sapato que já não cola

A mentira pressupõe a verdade

Que já não reluz a luz do sol

Nos seus jarros secos de flores

E seus corpos ambulantes,

Sem almas vazios a horrores

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Os Pince-nez da Rio Branco

Estive no centro da cidade pela manhã. Passando ali na avenida Rio Branco, numa das avenidas mais chics de Caruaru nos tempos de outrora, algo me chamou atenção: a variedade de óticas que nesta avenida existem.

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O samba e o bloco das republiquetas de bananas

Realmente este é um samba muito bonito. Porque nos encanta e nos hipnotiza pelos os seus paradoxos em contrastes antagônicos. Apresentados de uma beleza criativa e ao mesmo tempo, a uma crítica factual em toda sua estrutura melódica e também magnificante pelo seu texto simples e breve, na forma metafórica das articulações das palavras ritmadas no seu enredo.

É bonito em tristeza de se ouvi-lo para aqueles que têm a sensibilidade da poesia no sentido da vida e no entendimento do que é ética na política pública em fatos reais. Continuar lendo