A Vida entre Cara ou Coroa

O mundo dos homens nos ilude. Ao obtermos a percepção e a sensibilidade disso, ficamos frustrados, quando cai em nossas mãos uma moeda e temos que decidir a sorte dramáticamente da vida entre cara ou coroa.

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Não sei se devemos falar das flores ou dos espinhos

Por: David Silva

Colaboração: Sebastião Catequista*

Sítio Baxio / Sábado de Aleluia

Não sei se devemos falar das flores ou dos espinhos. Mas busquemos compreender nas metáforas os caminhos da vida no decorrer dos tempos. Pois, não pode haver vida sem dores… de parto.

As dores das madres e das entranhas germinam vidas e fazem parte do nascimento no gênesis. O novo ser materializado é frágil e humano em existência, um fôlego chamado à vida pelo divino Criador. E como depende do ar puro de amor e de afeto!

E assim tentamos decifrar os signos e enigmas da vida cotidiana, acreditando que até a própria natureza uterina do ser é um “parto” para o “mundo inteligível”, segundo o filósofo grego Platão (428-348 a.C). E essa “passagem” no processo de amadurecimento que se naturaliza tanto na órbita materna quanto no mundo de dentro para fora do “útero” num senso comum que transcende permanentemente, a imperfeição da alma humana.

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